Como é que eu sei que estou com hanseníase (lepra)?

Secretário da CNBB preside missa da Romaria dos Aposentados e participa da Campanha de combate à hanseníase

Sex, 28 de Janeiro de 2011 13:09 cnbb

O dia 30 de janeiro é o dia mundial da luta contra a Hanseníase. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial em número de portadores de Hanseníase, perdendo apenas para a Índia.

A CNBB, em parceria com a Pastoral da Criança, Pastoral da Saúde, Franciscanos, Movimento de reintegração das pessoas atingidas pela hanseníase (Morhan), Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Saúde e Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) está, desde outubro do ano passado na Campanha Nacional de Combate a Hanseníase.

Neste domingo, 30, o Secretário Geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa presidirá a missa dos aposentados no Santuário Nacional de Aparecida (SP), às 08 horas. A Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (COBAP) também apóia a campanha na luta contra a Hanseníase.

“Espero, durante a missa e na coletiva de imprensa, poder falar de todos esses temas que estão interligados. A Hanseníase, por ocasião do dia mundial de luta contra a doença, a campanha contra o trabalho escravo e o apoio que a CNBB dá aos aposentados e pensionistas”, disse dom Dimas.

Após a missa, haverá relançamento da Campanha “Hanseníase tem cura”. O ministro da saúde, Alexandre Padilha estará presente no relançamento da campanha.

Diagnóstico da doença

A Hanseníase, também conhecida como Lepra, é uma doença infecciosa causada pelo bacilo Mycobacterium leprae que afeta os nervos e a pele, provocando danos severos à saúde do portador.  Em 2008, foram detectados quase 40 mil casos da doença, dos quais 2.913 eram crianças e adolescentes menores de 15 anos. A maior incidência concentra-se nos estados de Tocantins, Mato Grosso, Rondônia, Maranhão e Piauí.

Maria Aparecida, que é médica especializada em dermatologia, explicou também como diagnosticar a doença. “A hanseníase é detectada na pele das pessoas geralmente através de manchas. No local da mancha a pessoa não sente diferença entre o quente e o frio, a ponta e a cabeça do alfinete; não sente o tato. Esses casos devem procurar o serviço de saúde para que se tenha possibilidade do tratamento precoce”, explicou a coordenadora.

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Sobre ralk

Sou evangelizador, trabalho na Diocese de Blumenau nos setores de Comunicação e Ecumenismo.
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